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A perda da fazenda tem nome, causa e solução — desde que o ciclo seja fechado no aplicativo

A quantidade colhida sempre é menor que a biometria estimada. A diferença é perda. Enquanto ela não tem nome, não tem causa e não tem solução.

Por OkenaTech — a equipe do PotyApp · 4 min de leitura

Toda pesca tem um peso abaixo do que a biometria estimou. O produtor vê isso no papel, no fim do ciclo, e confirma: deve ter dado uma perda de 10%. Mas perda de 10% não é um número — é um palpite que já virou rotina.

O que faz a perda virar dado

  1. A biometria no aplicativo fica guardada com data e hora. No fim do ciclo, ela é o ponto de partida da conta.
  2. A pesca fecha o ciclo: o peso real do lote colhido entra no sistema, vinculado à data da pesca.
  3. O aplicativo compara o que foi estimado com o que saiu e mostra a diferença, em percentual.
  4. A partir daí, a perda vira série: ciclo contra ciclo, tanque contra tanque.

Com a série na mão, a causa fica visível

- Perda que sobe no fim do ciclo, sempre: é canibalismo ou problema de doença no final da engorda.

- Perda alta desde o primeiro ciclo: é problema de aclimatação ou de povoamento.

- Perda concentrada em um tanque só: é problema local — hidrogênio, doença, saturação.

- Perda igual em todos os tanques: é problema de manejo, que se resolve no procedimento.

O alvo realista para a maioria das fazendas é ficar abaixo de 5% de perda entre a biometria e a pesca. Acima de 8%, o produtor está perdendo dinheiro de um jeito que não aparece na conta de ração — e na conta de ração o produtor já está olhando todo dia.

Esta reportagem é de primeira parte: foi escrita pela equipe do PotyApp para mostrar como usar o aplicativo na prática.

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